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Ansiedade em crianças

Ansiedade em crianças

Estresse físico e emocional, medo e preocupação constante sobre coisas que ainda não aconteceram. Reconhece? São alguns sintomas de ansiedade, reação normal do corpo humano frente a situações novas, mas que em excesso pode se transformar em um transtorno.

E isso não é exclusividade de adultos: de acordo com a Associação Americana de Transtornos de Ansiedade, de 9% a 15% das crianças e adolescentes de cinco a 16 anos desenvolvem o distúrbio. As formas mais diagnosticadas são:

  •       Transtorno de ansiedade de separação (ansiedade quando está longe dos pais);
  •       Transtorno de ansiedade generalizada (TAG): medo, preocupações exageradas, dificuldade para relaxar.

A relação entre tecnologia e ansiedade

Uma pesquisa realizada por dois psicólogos americanos, Jean Twenge, da Universidade Estadual de San Diego (EUA), e Keith Campbell, da Universidade da Geórgia (EUA), associou o uso de telas por pequenos a partir dos 2 anos à ampliação dos níveis de ansiedade e maior ocorrência de diagnósticos.

Além disso, o estudo observou que, entre as crianças de até 4 anos, as que eram mais expostas às telas apresentaram o dobro de chances de perder a paciência e, pouco menos da metade delas, 46%, apresentaram menor probabilidade de se acalmar em situações de excitação ou estresse.

Como lidar com a ansiedade em crianças?

  •       Veja se a inquietação se manifesta apenas em alguns momentos – como antes de uma prova ou evento da escola – ou se é uma sensação prolongada;
  •       Reações comportamentais ou físicas exageradas frente a situações que não oferecem perigo real (irritabilidade, choro sem motivo, aumento ou falta de apetite);
  •       Fique atento se seu filho apresenta dificuldades de aprendizagem e se há mudanças na forma com que ele brinca e se relaciona com outras pessoas;
  •       Limite o acesso da criança às telas e garanta que ela tenha espaço para brincadeiras e para o contato com a natureza;
  •       Procure ajuda psicológica de acordo com a idade da criança e participe do tratamento, reduzindo a cobrança sobre ela.

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